Estudos apontam que nos últimos anos, a prática regular de atividade física traz benefícios para várias doenças neurológicas. Uma delas é a Doença de Parkinson. De acordo com dados do ‘Park-in-Shape’, publicado na revista The Lance, a prática de atividade física pode atenuar os sintomas na função motora e cognitivas associadas à Doença de Parkinson. Seja em alta ou moderada intensidade, pode possibilitar a melhora evidente na função motora da doença.
Esses efeitos benéficos são resultados da neuroplasticidade induzida pela prática dos exercícios quando praticados regularmente. É importante incorporar a atividade física na rotina dos pacientes com Parkinson, visto que ela tem um papel neuroprotetor para retardar a progressão da doença, principalmente nos sintomas relacionados à rigidez muscular e lentidão dos movimentos. Além disso, tem se mostrado que a atividade física melhora o equilíbrio, qualidade de vida, bem-estar e estado funcional do paciente.
As atividades podem trazer ainda outros benefícios, como o aumento da massa muscular, redução do peso corporal, controle da pressão arterial em repouso, melhora do equilíbrio e da marcha, menor dependência para realização de atividades diárias e melhora no sono.
O Conselho Regional de Educação Física da Bahia – CREF13/BA, ressalta a importância dos Profissionais de Educação Física registrados para a orientação correta dos exercícios físicos para os pacientes com Parkinson. O Conselho permanece com o compromisso de garantir profissionais eticamente comprometidos, equitativamente fiscalizando e orientando o exercício da profissão.